segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Um da Basilina Pereira

Procuro um verso muito simples e nuassim, como um sopro de vida,não precisa falar de amorpois o amor fere como uma cascata azul.Quero um verso estrutural,não é para ser entendido,mas precisa ser vivo e ultrapassara felicidade clandestina.Sei que este verso não está em mim mesma, mas tornou-se uma obsessão...Sigo a via-crucis do corpo, respirando mágoas,embriagando-me no escuro da maçã,em busca da fatalidade: um violino sem arco.Tenho medo do poema e das palavras,sinto um arrepio doce, que fere a alma,como a lágrima aflora e molha sem verter.Vislumbro a hora da estrela: sinos tocando,a vida que desfila em água vivae sempre perto do coração selvagem..O verso que persigo é mágicoE saltita num labirinto de letras,querendo ligar as rimas à emoção.Mas só encontro o verso mudocomo o tempo submerso na memória,que vai além das vibrações,e se mesclam ao avesso do lilás.Mesmo adormecida, quero coerência, liberdade,o lustre imitando a rosa, incandescendo....Ah! esse verso...insiste em fugir de mimfeito miragem atrás da neblina. [Basilina Pereira.!] Ah! eu achei este em um blog,mas não tinha titulo, e eu não consegui descobri qual é =/ Mais é tão bonito que eu tive que coloca. Ta valendo! E que venha a semana.!!

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